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Doges

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Doges





Veneza foi retratada em variados momentos da vida do pintor: em desenho nas páginas do diário de viagem antes de embarcar em Genova para o Rio de Janeiro; em “Veneza” faz a ponte entre os espacillimités e as cidades; a “Procissão em Veneza” é o pulsar de formas e cores com uma visão da catedral de São Marcos a dominar a tela; os “Doges” (que Nadir elegia como uma das melhores pinturas) atesta a visão delirante de um artista que mergulha na procura de novas linguagens sem nunca se afastar da sua procura exaustiva da exatidão matemática, essência de toda a obra de arte.

Nadir entende que para entender e alcançar o que de eterno e transmissível existe na obra de arte, reveste-se de primordial importância, cultivar, mediante uma prática perseverante, a nossa acuidade às formas da natureza e laborá-las de tal modo que possamos distinguir os atributos imutáveis próprios dos espaços e diferenciá-los dos atributos mutáveis, próprios dos objetos, sujeitos à evolução natural.



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