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Espacillimité

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Espacillimité





Nas três telas denominadas Espacillimité as formas são depuradas e têm cores sólidas sobre fundos brancos. Nadir regressa a Paris, em 1954, depois de três anos no Brasil, e retoma contactos com os artistas ligados à arte cinética da Galeria Denise René. Nadir Afonso idealizou uma máquina cinética onde uma tela rodava em movimento contínuo em torno de dois cilindros. O espaço é ilimitado, mas finito é a contração das palavras “espaço” e “ilimitado”, originou “espacillimité”. “Pensamos que, no futuro, as artes plásticas deixarão de ser estáticas para serem dinâmicas pela conjugação, interferência do movimento”. (Nadir Afonso, 1963).



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