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Serpente

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Serpente





“A Serpente” integra-se no período egípcio em que os frisos são uma das suas caraterísticas com a repetição de alguns elementos num dos lados da composição e outras formas de grande presença, neste caso a curva e contracurva negra, elemento marcante da composição. O período egípcio surgiu depois de uma viagem ao Egipto nos finais dos anos 40. Realizando primeiro o estudo e, depois, o guache. Só muitos anos depois foi passado para a tela, pois só nesse momento entendeu a obra terminada. Nadir dizia que precisava ter pelo menos outra vida para poder concretizar em tela os múltiplos estudos realizados. “A partir do momento em que as formas se conciliam segundo um rigor matemático é evidente que são irredutíveis a todo e qualquer compromisso. A obra de arte encerra-se e permanece um bloco imutável”.



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