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Vieira da Silva

Exposição Imersiva à Obra da Artista 26/06/2019 a 26/08/2019

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A 9ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” homenageou Maria Helena Vieira da Silva, uma das artistas portuguesas com maior destaque no panorama internacional da arte.

A exposição imersiva na obra da artista foi uma experiência sensorial, única e inovadora, que aliou a obra de arte com a imagem em movimento e som. Uma imersão na arte de uma das maiores pintoras portuguesas e a primeira exposição imersiva em Portugal dedicada à obra de um artista português. A exposição explorou a vasta produção de Vieira da Silva e ofereceu uma experiência dinâmica, informativa e visualmente impactante, convidando o visitante a imergir nos quadros da artista.

No total, o espaço arquitetónico foi constituído por três salas de área de projeção, incluindo paredes e teto. Os conteúdos, ricos do ponto de vista das artes visuais e multimédia, tiveram especial enfoque nas áreas de mapeamento de vídeo, projeção 3D, motion graphics e experiências criativas digitais. Para finalizar a experiência imersiva, Rodrigo Leão, músico e compositor reconhecido, que nesse ano celebrou os seus 25 anos de carreira, assinou a banda sonora especialmente criada para a exposição imersiva da artista.

As obras selecionadas, propriedade da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva e de coleções particulares e institucionais, permitiram admirar diferentes etapas da pintura da artista e confirmaram a sua excecional dimensão no panorama internacional da arte contemporânea. Este conjunto de obras de Vieira da Silva procurou revelar os múltiplos caminhos explorados pela artista e a sua incessante pesquisa em busca de uma possível solução para o enigma do espaço.

A exposição foi, sobretudo, uma experiência física que permitiu “mergulhar” em cada obra, percecionando o seu significado, através do estímulo dos sentidos e, desta forma, assistir a uma parte do percurso de Vieira da Silva. Obras especiais, ilustrativas de um percurso estético notável, intenso e atual.

Coordenada pela Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, a exposição celebrou os 25 anos da abertura do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva em Lisboa.

Biografia

Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) nasceu em Lisboa. Estudou desenho, pintura e escultura em Lisboa e, em 1928, partiu para Paris para frequentar aulas de escultura e de pintura em várias academias. Em 1930 casou com o pintor Arpad Szenes (1897-1985), de origem húngara, e perdeu a nacionalidade portuguesa. Pintora de temas essencialmente urbanos, revela desde muito cedo preocupação com a expressão do espaço e da profundidade. Em 1932 conhece a galerista Jeanne Bucher, que desempenhou um papel decisivo na sua carreira. A ameaça da II Grande Guerra trouxe o casal a Lisboa, mas é-lhes recusada a nacionalidade portuguesa, o que os leva a partir para o Brasil, onde viveram entre 1940 e 1947. A década de 50 trouxe a Vieira da Silva inúmeras exposições importantes, em França e no estrangeiro (Estocolmo 1950, Londres 1952, São Paulo 1953, Basileia e Veneza 1954, Caracas 1955, Londres 1957, Cassel 1959, entre outras). Em 1956, Arpad Szenes e Vieira da Silva naturalizaram-se franceses. O Estado francês adquire obras suas a partir de 1948 e atribui-lhe várias condecorações, a primeira em 1960. Vieira da Silva acumula vários prémios internacionais e, a partir de 1958, organizaram-se retrospetivas da sua obra por toda a Europa. Em Portugal, a Fundação Calouste Gulbenkian mostrou a sua obra em 1970. Em 1983, o Metropolitano de Lisboa propôs-lhe a decoração da estação da Cidade Universitária. Em 1990, em Lisboa, foi criada a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva cujo Museu, dedicado à obra dos dois pintores, abriu ao público em 1994.

Conheça algumas imagens da Exposição

Concerto

Rodrigo Leão foi o compositor da banda sonora da exposição “Vieira da Silva. Exposição imersiva na obra da artista.” – uma mostra que uniu arquitetura, multimédia, música e pintura numa experiência única em torno da obra de Maria Helena Vieira da Silva, uma das mais reconhecidas pintoras portuguesas.

A exposição foi inaugurada com um concerto de Rodrigo Leão. Uma pequena e exclusiva atuação, que contou também com os músicos João Eleutério e Viviana Tupikova em palco. Foram tocados alguns dos temas que foram usados como banda sonora da experiência imersiva e alguns outros temas que os músicos sentiram fazer sentido. A pintura – assim como o cinema e a poesia – são para Rodrigo Leão, muitas vezes, uma fonte de inspiração muito grande para fazer música, para ter ideias novas, e a pintura de Vieira da Silva, sendo tão abstrata e intuitiva, foi algo de associação e inspiração inevitáveis. A música refletiu, assim, o ritmo, transmitiu musicalidade e matemática, tendo sido o processo associativo entre Rodrigo Leão e a obra de Vieira da Silva um processo muito espontâneo.

Um concerto intimista e instrumental, onde esteve presente um pouco da influência da música eletrónica que existe no trabalho de Rodrigo Leão.

Leilão

No âmbito da 9.ª edição de "A Arte Chegou ao Colombo", realizou-se, na Praça Central do Centro Colombo, o leilão mecenático “Mais Vieira da Silva para todos”. Com o Alto Patrocínio da Presidência da República, esta iniciativa do Centro Colombo, em parceria com a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, foi uma experiência inovadora e inédita num centro comercial, aproximando a arte do grande público.

A iniciativa surgiu na sequência da exposição “Vieira da Silva. Exposição imersiva na obra da artista.”, uma instalação digital a partir de obras da artista, enquadrado no projeto "A Arte Chegou ao Colombo" e nas comemorações dos 25 anos de abertura ao público do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva.

O leilão teve a organização da leiloeira Cabral Moncada Leilões. Um leilão mecenático e presencial de licitações, aberto à sociedade civil, que convocou o público em geral, benemérito, e empresas e instituições a marcar presença, tendo como objetivo a aquisição de cinco litografias de Vieira da Silva para integração no acervo do Museu. Para participar bastou comparecer no local e proceder ao levantamento da raquete de licitação para oferta de donativo.

Esta ação assumiu uma dimensão de participação pública ainda mais vincada por contar com os donativos recolhidos junto dos visitantes, durante a exposição para financiar a compra de obras.

Em leilão estiveram cinco litografias da artista – Le Tage, 1977; Les Fontaines de Rome, 1977; La Chambre, 1977; Faience, 1971; Transylvanie, 1974 – obras que poderam ser vistas na Praça Central do Centro Colombo.

Ficha Técnica

ORGANIZAÇÃO: Centro Colombo e Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva

CURADORIA: Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva

DIREÇÃO CRIATIVA DIGITAL VÍDEO MAPPING: Oskar & Gaspar

CURADORIA MUSICAL – BANDA SONORA: Rodrigo Leão

PROJETO DE ARQUITETURA: KWY. Studio

DIREÇÃO TÉCNICA, MONTAGEM E ASSISTÊNCIA TÉCNICA: Europalco

PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO EXECUTIVA: Creative Industries Programmes by SC

AGRADECIMENTOS: Aos colecionadores particulares e institucionais

APOIOS: Fundação Millennium bcp; BANCO OFICIAL; Millennium bcp

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