Kiss Kiss Bang Bang: os melhores beijos do cinema

Recorde neste Dia do Beijo os mais apaixonados (e apaixonantes) beijos da história do cinema.

Os beijos do cinema marcam gerações inteiras e, quando são verdadeiramente memoráveis, tornam-se intemporais. É o caso dos que selecionámos neste Dia Internacional do Beijo.

“Casablanca” (1942)
Ilsa Lund (interpretada por Ingrid Bergman) e Rick Blain (Humphrey Bogart) protagonizam uma história de amor que não estava destinado a acontecer. Mas não há como não torcer por um final feliz quando Ilsa se declara a Rick e se dá o mítico beijo – que, 75 anos depois, ainda paira no nosso imaginário.

“E Tudo o Vento Levou” (1939)
Rhett Butler (Clark Gable) quer mostrar a Scarlett O’Hara (Vivien Leigh) o que é o amor, mas ela resiste tanto quanto pode. Chega a dizer-lhe, ainda antes do primeiro beijo dos dois, que ela precisa muito de ser beijada e por alguém que o saiba fazer, acabando por se assumir um candidato apto. Scarlett acaba por ceder mais tarde – não a Rhett mas à sua vontade.

“O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001)
Um desencontro acaba por se transformar no encontro perfeito, com Nino (Mathieu Kassovitz) à porta de casa de Amélie (Audrey Tatou). Ela puxa-o para dentro sem o deixar falar. Olha-o em silêncio e em silêncio lhe dá três beijos, na bochecha, no pescoço e na testa; depois pede-lhe (sem ter que falar) que lhos dê também, e ele assim o faz. É a cena em que o amor e a curiosidade que sentiam há tanto tempo um pelo outro tomam o lugar da timidez, de forma tão peculiar quanto estas duas personagens.

“Breakfast at Tiffany’s” (1961)
O filme que imortalizou Audrey Hepburn, que interpretou a elegante Holly Golightly. Holly e Paul viveram uma história de amor complexa, que culmina na última e mais intensa cena do filme: um beijo apaixonado debaixo de chuva, numa ruela de Nova Iorque.

“O Diário da Nossa Paixão” (2004)
Ryan Gosling e Rachel McAdams foram (e serão sempre um bocadinho, para quem é fã deste moderno clássico) Noah e Allie. Entre os estatutos sociais, as famílias e as ambições tão diferentes, as personagens apaixonam-se e vivem um romance de verão, terminado abruptamente por imposições familiares. Alguns anos mais tarde, reencontram-se e tentam manter-se distantes, mas acaba por surgir um beijo de cortar a respiração – que acabou por marcar o filme.

“A Dama e o Vagabundo” (1955)
A pasta italiana partilhada a dois torna-se, com este filme, o jantar mais romântico do mundo. O beijo acontece quando as duas personagens pegam no mesmo fio de esparguete e, sem darem conta, as suas bocas acabam por se encontrar. E, mesmo sendo (pensando racionalmente) um beijo entre dois cães, os nossos corações saltam um batimento.

“Pretty Woman” (1990)
“Eu não beijo na boca”, avisou Vivian (Julia Roberts) desde o primeiro dia. E por isso, quando surge um beijo, Edward (Richard Gere) e todos nós percebemos que este está longe de ser apenas um cliente. Mas o primeiro beijo é superado (em larga escala) mais à frente, quando Edward “salva” Vivian na sua fuga pelas escadas de incêndio e Vivian promete-lhe que o vai “salvar de volta”.

“Brokeback Mountain” (2005)
O beijo é marcante por mais do que uma razão. O romance passa-se numa América conservadora, em que Ennis e Jack (Heath Ledger e Jake Gyllenhaal) se apaixonam e, depois de muito lutarem contra os seus sentimentos, acabam por se envolver secretamente. O beijo mais marcante do filme dá-se num reencontro à porta de casa de Ennis, numa cena tão romântica quanto dolorosa (em que o ator Jake Gyllenhaal quase partiu o nariz).

“Homem-Aranha” (2002)
O beijo de pernas para o ar entre Kristen Dunst (que interpreta Mary Jane) e Tobey Maguire (Homem-Aranha) foi dos momentos mais marcantes deste filme de ação e alguma fantasia como pano de fundo romântico. Um pouco menos romântica foi a descrição da cena feita pelo ator, que contou que tinha água a entrar-lhe pelo nariz na primeira metade da cena, e na segunda o nariz totalmente tapado pela máscara.

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