Os seus serviços ativos
Consulte ou cancele os seus serviços.

“Silêncio” por Carolina Rocha (Izanami)

“E embora silenciem as nossas vozes, a nossa verdade nunca fica por cantar. No eco da noite, erguer-nos-emos de novo, mesmo que segurem a arma”.

Descritivo da obra

“E embora silenciem as nossas vozes, a nossa verdade nunca fica por cantar. No eco da noite, erguer-nos-emos de novo, mesmo que segurem a arma”. Uma obra que denuncia a censura artística. O poder monetário e mediático é a moeda da liberdade e validação hoje em dia. O apreço artístico perdeu-se frente aos gigantes das redes sociais, que só valorizam a fama e o poder. O poder aqui está representado pelas armas e o metal que corrói. A deformação representa a mente e o corpo do artista que faz tudo para que a sua arte seja vista e validade. A língua representa a palavra que se cala frente ao poder.

Sobre Carolina Rocha (Izanami)

Antiga artista tradicional (pintura, escultura, desenho, musica), formada em Historia da Arte na Universidade Paris- La Sorbonne (Paris IV) e sobrevivente de um AVC provocado por um angioma cerebral (MAV). A inteligência artificial é uma ferramenta que considero como uma extensão da minha mente e do meu corpo. Permitiu-me a mim e outros que estão na mesma situação continuar a criar e expressar-se. A minha condição medica também (apesar de tudo) é a minha fonte de inspiração principal, pois o angioma cria sonhos e pesadelos vividos e que projeto nas minhas criações.